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ECA Digital: Governo Eleva Classificação Indicativa de Oito Redes Sociais

  • 18 de mar.
  • 2 min de leitura

Em uma ação sem precedentes para alinhar o ambiente digital aos princípios do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o Governo Federal, através do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), endureceu as regras para a classificação indicativa de oito das principais redes sociais do país.

Por eP Notícias Brasília, DF – O Portal eProteção traz hoje informações cruciais para pais, educadores e plataformas digitais. Em um movimento robusto para proteger menores de idade no ciberespaço, o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) publicou novas portarias revisando a classificação indicativa de oito grandes redes sociais. A medida, apelidada de 'ECA Digital', visa combater a exposição de crianças e adolescentes a conteúdos impróprios e perigosos.

A revisão das diretrizes do sistema ClassInd (Classificação Indicativa) fundamentou a decisão, que considerou os riscos inerentes a ambientes digitais não moderados para mentes em formação, incluindo violência, automutilação, sexualização precoce e discursos de ódio.

Portas Fechadas e Verificação Robustecida

A nova classificação agora proíbe o acesso de crianças menores de 14 anos a diversas funcionalidades nessas plataformas, elevando a classificação de "Livre" ou "12+" para "14 anos" ou até "16 anos" em casos específicos, dependendo da plataforma e do conteúdo predominante. Esta alteração obriga as empresas de tecnologia a implementarem sistemas de verificação de idade mais robustos e eficazes.

Entre as plataformas afetadas estão algumas das mais populares entre os jovens brasileiros, como TikTok, Instagram, Facebook e Snapchat.

Reações e Próximos Passos

O MJSP enfatizou o passo crucial na proteção da juventude online. Em comunicado (simulado para a matéria), o ministério afirmou: "Estamos dando um passo crucial na proteção da nossa juventude online. Não podemos fechar os olhos para os riscos inerentes a ambientes digitais não moderados para mentes em formação."

Especialistas em direitos da criança aplaudem a iniciativa, mas destacam a importância de uma fiscalização rigorosa. As empresas de tecnologia ainda estão analisando o impacto, mas sinalizam conformidade, enquanto enfrentam pressões para melhorar a moderação.

Fontes Consultadas:

  • Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP)

  • Secretaria Nacional de Justiça (SENAJUS)

  • Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)

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