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Depois da tempestade, não basta resistir — é preciso escolher um caminho
O setor de proteção veicular não teme a regra escrita — teme a mudança de identidade. Porque, no fundo, toda regulamentação não organiza apenas processos. Ela redefine quem pode continuar existindo. E é isso que está em jogo agora.

Fred Cotta
3 min de leitura


Da Teoria à Prática: O Plano de Ação Estruturado para Adequar as Mútuas à Nova Legislação
Um roteiro analítico focado em diagnóstico, reengenharia de processos e saúde financeira para os próximos 12 meses sob a égide da Lei Complementar nº 213/2025.

Maíra Figueiredo
4 min de leitura


Proteção mutualista entra na era das provisões técnicas
Durante anos, as associações de proteção patrimonial cresceram no Brasil como alternativa ao seguro tradicional, ocupando lacunas deixadas por um mercado ainda pouco acessível para grande parte da população. Baseadas na lógica da solidariedade em que os custos são compartilhados entre os participantes essas estruturas ganharam escala, mas também revelaram fragilidades importantes de gestão, transparência e sustentabilidade financeira.

Bruno Cunha
2 min de leitura


A NOVA MINUTA DO CNSP PARA A PROTEÇÃO PATRIMONIAL MUTUALISTA.
Quando a primeira minuta da resolução do CNSP sobre Proteção Patrimonial Mutualista foi apresentada, a crítica era inevitável: tratava-se de um texto que, a pretexto de regular, transplantava para a PPM uma lógica demasiadamente próxima do mercado segurador, com capital pesado, governança de alta densidade, vedações estruturais, intermediação canalizada e forte esvaziamento da autonomia associativa. O mutualismo não era apenas disciplinado. Era domesticado.

Renato Assis
18 min de leitura


MGA: A revolução silenciosa que vai mudar a Proteção Veicular Brasil.
O mercado de proteção veicular brasileiro chegou a um ponto decisivo de sua trajetória. Após anos de crescimento acelerado e de uma notável capacidade de capilaridade regional — atendendo a públicos muitas vezes desassistidos pelo seguro tradicional —, o setor ingressa agora em uma fase de maturidade. Este novo ciclo é definido pela profissionalização, inovação tecnológica e, acima de tudo, pela conformidade regulatória.

Pedro Pires
2 min de leitura


A gente nunca foi o que disseram que éramos
Tem um momento curioso em todo mercado que nasce meio “de lado”.
Primeiro ele é ignorado.
Depois, criticado.
Depois, inevitável.
O segmento de PPM nasceu assim. Não foi em sala de conselho, não foi em tese bonita, nasceu na necessidade. Gente que precisava de solução quando o sistema tradicional não atendia, simples assim.

Kleber Darlan Bonfim Vitor
2 min de leitura


COOPERATIVAS DE SEGUROS APÓS A NOVA RESOLUÇÃO DO CNSP: Análise das mudanças promovidas e críticas à nova versão do regulatório
A leitura, pelo conselho diretor da SUSEP, da nova versão da minuta de Resolução do CNSP sobre sociedades cooperativas de seguros confirma a consolidação de um movimento regulatório de alta relevância para o mercado securitário brasileiro: a internalização formal do cooperativismo de seguros no Sistema Nacional de Seguros Privados. A proposta mantém a estrutura central da minuta submetida à consulta pública em setembro de 2025, mas promove ajustes pontuais e relevantes, algun

Renato Assis
8 min de leitura


COOPERATIVAS DE SEGUROS: O ÚNICO MODELO COOPERATIVISTA DE ATUÇÃO NO AMBIENTE REGULADO PELA SUSEP
O cooperativismo constitui um modelo societário fundamentado na associação de pessoas para a prestação de serviços mútuos, orientado por princípios de gestão democrática e participação econômica dos membros. Contudo, sua inserção em mercados regulados, especialmente no contexto brasileiro contemporâneo, impõe desafios relevantes relacionados à governança, solvência e conformidade normativa.

Luís Felipe
4 min de leitura


A “captura” da Frente Parlamentar e a tentativa de decidirem o futuro do mutualismo SEM o mutualismo
Mais uma vez o mutualismo chegou ao Congresso. Mas não se engane: o que está acontecendo ali não é exatamente um avanço institucional, mas sim, uma disputa de poder.

Isabella Bonfim
2 min de leitura


Novo tempo, novas regras: Como as associações podem liderar a adaptação à LC Nº 213/2025
As associações de proteção veicular, que operavam sem uma regulação específica, passam agora a ter regras de conduta e supervisão estatal. Para os diretores que lideram essas organizações, compreender o que muda é urgente.

Gabriel Borges
2 min de leitura


O mercado das associações de proteção veicular e a nova regulamentação: inclusão antes de tudo
O mercado das associações de proteção veicular cresceu como quem aprende a nadar porque a água já estava no pescoço.
Não foi modismo. Foi necessidade.

Fred Cotta
3 min de leitura


Regulamentação histórica: como a Lei Complementar nº 213/2025 transformou o setor de proteção veicular
Após anos de atuação legal ambígua, as associações de proteção veicular ganham marco legal que define regras, responsabilidades e segurança para associados.

Redação E Proteção
2 min de leitura
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