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Consultor aprovado, participante protegido: por que a Resolução CNSP 491/2026 coloca a idoneidade do vendedor no centro da proteção patrimonial mutualista
A porta de entrada de qualquer grupo de proteção patrimonial mutualista é o consultor. É ele quem apresenta o produto, explica o rateio, colhe os dados do veículo e do futuro participante e, muitas vezes, é a única pessoa com quem o associado conversa antes de assinar o contrato de participação.

Luís Felipe
5 min de leitura


63 projetos: a força do novo mercado de proteção patrimonial mutualista
Em comunicado publicado em 6 de agosto de 2026, a Susep informou o encerramento do prazo de 90 dias para ingresso no fluxo de análise prioritária de projetos de administradoras de operações de proteção patrimonial mutualista. Ao todo, foram recebidas 63 solicitações de reunião para apresentação técnica dos respectivos projetos, uma notícia que merece ser celebrada pelo setor.

Kleber Vitor
1 min de leitura


Assistência 24hs: Internalizar ou Terceirizar, Onde está a ilusão?
Existe uma tentação silenciosa no mundo corporativo: acreditar que fazer tudo dentro de casa significa fazer melhor. É uma sedução compreensível. Afinal, quem não gosta da sensação de controlar cada detalhe? Ter a equipe ao alcance dos olhos, ouvir cada ligação, decidir cada exceção, autorizar cada atendimento. Parece eficiência. Parece proximidade. Parece qualidade.

Fred Cotta
3 min de leitura


MGA e embedded insurance: por que as grandes marcas vão liderar o futuro dos seguros no Brasil
Há uma transformação em curso no mercado de seguros que ainda não foi percebida por boa parte das empresas brasileiras.
Durante muito tempo, o seguro foi tratado como um produto separado da atividade principal de uma empresa. O cliente comprava um carro, contratava um serviço, adquiria um equipamento ou reservava uma viagem. Depois disso, em outro momento e por outro canal, precisava procurar uma solução para assegurar aquele bem ou aquela experiência.

Pedro Pires
7 min de leitura


Visão Atuarial da Transferência do Grupo de Proteção Patrimonial Mutualista
Sob a perspectiva atuarial, a transferência da administração de um grupo de proteção patrimonial mutualista não representa apenas a substituição da administradora responsável pela operação. Trata-se da continuidade de uma carteira em funcionamento, cujo equilíbrio econômico-financeiro depende da preservação do histórico de riscos, das provisões técnicas constituídas e da adequada mensuração das obrigações futuras.

Bruno Cunha
4 min de leitura


O Novo Cenário da Proteção Veicular: Entre a Regulação e a Livre Concorrência
Quem acompanha o setor de proteção patrimonial mutualista de perto sabe que vivemos um momento de intensa ebulição. O crescimento das associações democratizou o acesso a coberturas veiculares para uma grande parcela da população, mas também trouxe à tona a necessidade urgente de regras claras.

Maíra Figueiredo
4 min de leitura


PL 2458/2026 - O Consultor Pediu Proteção. Recebeu Certificação.
O mercado de proteção veicular expandiu-se apoiado na força comercial de milhares de profissionais que investiram capital próprio para abrir mercados regionais. Agora, diante da iminência de um mercado fortemente supervisionado, o setor se depara com uma pergunta incômoda: a regulamentação foi feita para o consultor ou apenas para estruturar a responsabilidade das associações?

Isabella Bonfim
5 min de leitura


Quando a Obrigação Vira Diferencial: Assistência 24hs Veicular
Existe uma verdade silenciosa no mercado de proteção veicular e de seguros: o cliente raramente se apaixona por uma apólice ou um contrato de proteção. Ele se apaixona pela experiência.

Fred Cotta
3 min de leitura


A engenharia contábil e tributária da Proteção Patrimonial Mutualista: O impacto da Resolução CNSP nº 491/2026 e da Reforma Tributária
A edição da Lei Complementar nº 213/2025 e, subsequentemente, da Resolução CNSP (Conselho Nacional de Seguros Privado) nº 491/2026, inaugurou um marco histórico no mercado brasileiro de proteção e socorro mútuo. Durante décadas, as associações que operavam a chamada "proteção veicular" atuaram à margem de uma regulação prudencial estrita, apoiadas fundamentalmente no direito à livre associação.

Luís Felipe
8 min de leitura


Passo Histórico: Goiás Sedia Audiência Pública para Regulamentar Profissão de Consultor de Proteção Patrimonial Mutualista
O avanço institucional e a regulamentação das atividades ligadas à proteção coletiva no Brasil estão prestes a ganhar um novo e decisivo capítulo. No próximo dia 25 de junho, às 14 horas, a Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (ALEGO) será o palco de uma audiência pública de relevância nacional: o debate aprofundado sobre o Projeto de Lei (PL) 2458/2026.

Cauby Morais
2 min de leitura


SEGURO OBRIGATÓRIO NO TRANSPORTE DE CARGAS E A EXCLUSÃO PRÁTICA DA PROTEÇÃO PATRIMONIAL MUTUALISTA
O transporte rodoviário de cargas no Brasil passou, nos últimos anos, por um movimento claro de densificação normativa: a lei reforçou a exigência de coberturas obrigatórias; a regulação securitária detalhou o produto; e a ANTT estruturou mecanismos de fiscalização e comprovação.

Renato Assis
9 min de leitura


Depois da tempestade, não basta resistir — é preciso escolher um caminho
O setor de proteção veicular não teme a regra escrita — teme a mudança de identidade. Porque, no fundo, toda regulamentação não organiza apenas processos. Ela redefine quem pode continuar existindo. E é isso que está em jogo agora.

Fred Cotta
3 min de leitura


Da Teoria à Prática: O Plano de Ação Estruturado para Adequar as Mútuas à Nova Legislação
Um roteiro analítico focado em diagnóstico, reengenharia de processos e saúde financeira para os próximos 12 meses sob a égide da Lei Complementar nº 213/2025.

Maíra Figueiredo
4 min de leitura


Proteção mutualista entra na era das provisões técnicas
Durante anos, as associações de proteção patrimonial cresceram no Brasil como alternativa ao seguro tradicional, ocupando lacunas deixadas por um mercado ainda pouco acessível para grande parte da população. Baseadas na lógica da solidariedade em que os custos são compartilhados entre os participantes essas estruturas ganharam escala, mas também revelaram fragilidades importantes de gestão, transparência e sustentabilidade financeira.

Bruno Cunha
2 min de leitura


A NOVA MINUTA DO CNSP PARA A PROTEÇÃO PATRIMONIAL MUTUALISTA.
Quando a primeira minuta da resolução do CNSP sobre Proteção Patrimonial Mutualista foi apresentada, a crítica era inevitável: tratava-se de um texto que, a pretexto de regular, transplantava para a PPM uma lógica demasiadamente próxima do mercado segurador, com capital pesado, governança de alta densidade, vedações estruturais, intermediação canalizada e forte esvaziamento da autonomia associativa. O mutualismo não era apenas disciplinado. Era domesticado.

Renato Assis
18 min de leitura


MGA: A revolução silenciosa que vai mudar a Proteção Veicular Brasil.
O mercado de proteção veicular brasileiro chegou a um ponto decisivo de sua trajetória. Após anos de crescimento acelerado e de uma notável capacidade de capilaridade regional — atendendo a públicos muitas vezes desassistidos pelo seguro tradicional —, o setor ingressa agora em uma fase de maturidade. Este novo ciclo é definido pela profissionalização, inovação tecnológica e, acima de tudo, pela conformidade regulatória.

Pedro Pires
2 min de leitura


A gente nunca foi o que disseram que éramos
Tem um momento curioso em todo mercado que nasce meio “de lado”.
Primeiro ele é ignorado.
Depois, criticado.
Depois, inevitável.
O segmento de PPM nasceu assim. Não foi em sala de conselho, não foi em tese bonita, nasceu na necessidade. Gente que precisava de solução quando o sistema tradicional não atendia, simples assim.

Kleber Vitor
2 min de leitura


COOPERATIVAS DE SEGUROS APÓS A NOVA RESOLUÇÃO DO CNSP: Análise das mudanças promovidas e críticas à nova versão do regulatório
A leitura, pelo conselho diretor da SUSEP, da nova versão da minuta de Resolução do CNSP sobre sociedades cooperativas de seguros confirma a consolidação de um movimento regulatório de alta relevância para o mercado securitário brasileiro: a internalização formal do cooperativismo de seguros no Sistema Nacional de Seguros Privados. A proposta mantém a estrutura central da minuta submetida à consulta pública em setembro de 2025, mas promove ajustes pontuais e relevantes, algun

Renato Assis
8 min de leitura


COOPERATIVAS DE SEGUROS: O ÚNICO MODELO COOPERATIVISTA DE ATUÇÃO NO AMBIENTE REGULADO PELA SUSEP
O cooperativismo constitui um modelo societário fundamentado na associação de pessoas para a prestação de serviços mútuos, orientado por princípios de gestão democrática e participação econômica dos membros. Contudo, sua inserção em mercados regulados, especialmente no contexto brasileiro contemporâneo, impõe desafios relevantes relacionados à governança, solvência e conformidade normativa.

Luís Felipe
4 min de leitura


A “captura” da Frente Parlamentar e a tentativa de decidirem o futuro do mutualismo SEM o mutualismo
Mais uma vez o mutualismo chegou ao Congresso. Mas não se engane: o que está acontecendo ali não é exatamente um avanço institucional, mas sim, uma disputa de poder.

Isabella Bonfim
2 min de leitura
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