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Porta contêineres afunda no Estreito de Ormuz e petróleo segue sob pressão

há 4 horas
2 min de leitura

O navio porta contêineres GFS Pride afundou no Estreito de Ormuz após ser atingido por um projétil não identificado e pegar fogo. A embarcação com bandeira de Singapura foi atacada enquanto transitava pela principal rota global de escoamento de petróleo, elevando a tensão no Oriente Médio e impactando diretamente as cotações de commodities (produtos básicos em estado bruto com cotação global, como o petróleo).   

As equipes de resgate conseguiram evacuar todos os 21 tripulantes em segurança antes do naufrágio. A Autoridade Marítima e Portuária de Singapura confirmou que não houve registro de feridos durante o abandono do navio, que era administrado pela GFS Ship Management FZE, com sede nos Emirados Árabes Unidos.   


"O GFS Pride sofreu danos e um incêndio a bordo, vindo a afundar posteriormente. Todos os 21 membros da tripulação foram evacuados com segurança", afirmou a Autoridade Marítima de Singapura em comunicado oficial, alertando para os riscos iminentes à navegação na área.   

Escala de ataques e impacto no mercado   

O naufrágio agrava o cenário logístico e a segurança das frotas comerciais que operam no Golfo Pérsico e no Golfo de Omã. Os incidentes consecutivos forçam as companhias de navegação a desviar rotas estratégicas, o que prolonga o tempo de viagem e encarece o frete marítimo (valor cobrado pelo transporte de cargas) em nível internacional.

  • Volume de ataques: Mais de 20 embarcações comerciais, incluindo petroleiros e grandes cargueiros, foram alvos de ações hostis e bombardeios apenas neste mês.

  • Queda nas exportações: O fluxo de petróleo escoado pelo Estreito de Ormuz registra uma retração de quase 40% em relação aos volumes operados antes do início da guerra.

  • Alvo paralelo: Um segundo porta-contêineres de Singapura, o GFS Giselle, também foi atingido por um projétil no mesmo dia, mas conseguiu alcançar um fundeadouro (local seguro para ancoragem) com os 22 tripulantes a salvo.   


Fontes consultadas

  • Autoridade Marítima e Portuária de Singapura   

  • United Kingdom Maritime Trade Operations (UKMTO) 

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